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Aposentados

Histórias e depoimentos dos colegas assefeanos aposentados

Memórias e Legados

Aqui nesta página colocaremos matérias de interesse também dos colegas assefeanos aposentados e depoimentos desses servidores. Conheça as histórias de vida e as trajetórias profissionais de quem dedicou anos de trabalho ao Senado Federal.

Rui Oscar Dias Janiques

Cresci em um ambiente que despertava muitas curiosidades. Meu pai sempre manteve em casa uma oficina repleta de equipamentos e materiais de eletrônica, onde costumávamos passar horas à noite e, quando eu deixava, ele consertava os aparelhos elétricos e eletrônicos, nossos e dos nossos vizinhos. As chaves de fenda e alicates eram muitos e logo aprendi a manuseá-los, a sintonizar rádios, a descascar fios e fazer soldas.

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Maria Ivoneide Vasconcelos Soares

Fiquei bastante feliz por ter sido escolhida para compor o grupo de funcionários aposentados dessa renomada instituição que é o Senado Federal para participar de um livro que resgata nossa trilha de trabalho e dedicação a esta Casa. Entrei no Senado em julho de 1975. Comecei minha carreira como auxiliar de escritório no Centro Gráfico na implantação do sistema contábil.

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James Raymundo M. Carvalho

Foi em frente ao mar que descobri que a hora de despedir-me havia chegado. Antes do meu retorno oficial ao trabalho depois das minhas férias, cheguei a Brasília e entrei na sala do Paulo (Meira), na época diretor da Secretaria de Recursos Humanos, para anunciar a minha saída definitiva. Essa era a despedida de mais de 32 anos trabalhando no Senado Federal.

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Lourival Francisco Lopes

É uma alegria discorrer sobre o tempo em que estive no Senado Federal na condição de servidor. Alegria porque foi um tempo de conhecimento, de emoções, de afazeres múltiplos. Começo relembrando os primórdios, o tempo de 1964, quando fui estimulado por pessoa da família que trabalhava no Senado, vinda do Rio de Janeiro, que me dizia: "vai para o Senado, entra para o Senado, faça concurso".

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Vicente Sebastião de Oliveira

Era 1º de agosto de 1970 quando eu, um sertanejo pernambucano, fui admitido no Centro Gráfico do Senado Federal (Cegraf), na função de mensageiro, e, em 2 de novembro de 1973, no Senado Federal como auxiliar de pesquisa. Fui aprovado no concurso interno de contador do quadro CLT, no ano de 1974. Na história do Senado, fui, legalmente, o primeiro contador do quadro CLT.

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José Farias Maranhão

Iniciei minhas atividades no almoxarifado, mas sempre que possível ajudando nas oficinas, principalmente nas seções Tipográfica e de Encadernação. Em 1966, fui para Seção de Encadernação, passando a receber instruções do processo de encadernação de um profissional instrutor. Era o início; posteriormente transformar-se-ia em Seção de Acabamento que estava em formação.

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Wesley Gonçalves de Brito

Consigo me lembrar muito bem do mês de setembro de 1984, quando entrei no Senado Federal, momento marcante da minha vida pessoal e profissional. Havia iniciado a minha vida profissional no Poder Executivo, Ministério da Agricultura. Em 1982 fui convidado a mudar para o Poder Legislativo, ocupando a chefia de gabinete do Deputado federal Sebastião Ataíde.

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Cantídio Lima Vieira

"O Senado é melhor do que o céu, porque nem é preciso morrer para estar nele." Esta frase, atribuída ao senador Darcy Ribeiro, poderia resumir a minha passagem no Senado Federal. Sou sergipano, médico cardiologista formado pela Universidade Federal de Sergipe em 1976. Vim para Brasília e entrei no Senado em 78, desempenhando inicialmente a função de técnico de informática no Prodasen.

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Maria Elisa de Gusmão Neves Stracquadanio

"Agradeço a Deus todas as oportunidades que me foram dadas desde sempre e por ter tido e mantido tão estimados colegas e amigos até hoje." Minha relação com o Senado Federal remonta à época em que minha mãe estava grávida de mim. Não se espantem. Desde bebê vivenciei momentos históricos, decisões de grande importância para o País.

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Miguel Arcanjo Batista

"Sou muito grato ao Senado por ter me possibilitado viver e testemunhar tantos momentos, discursos memoráveis e conhecer algumas das pessoas mais competentes e profissionais com quem trabalhei." Eu sou Miguel Arcanjo Batista e estou aposentado há 28 anos de uma profissão que já quase não existe mais. Está lá na minha carteira de trabalho: linotipista.

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Heraldo de Abreu Coutinho

Meu nome é Heraldo de Abreu Coutinho, nasci no Rio de Janeiro em 17 de dezembro de 1930. Vim para Brasília, no ano de 1958, pela companhia americana RCA Victor Radio S.A, na qual trabalhava para instalar os equipamentos eletrônicos para inauguração da nova capital. A RCA foi a empresa vencedora da licitação, junto à Novacap, para fornecer e instalar os equipamentos eletrônicos.

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