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Paolla Oliveira, a ‘onça’ no Carnaval, inspira apresentadora a virar Pantera Cor-de-Rosa na passarela do samba

By 23 de fevereiro de 2025No Comments

Rainha influencer da União Imperial usou uma fantasia que abria e fechava a máscara por meio de um botão escondido no figurino. Estilista de Marcelly Abreu, apresentadora do programa ‘Splash’, entrou em contato com o ateliê que produziu o traje de Paolla Oliveira no Carnaval de 2024. Apresentadora se inspira na ‘onça’ de Paolla Oliveira e vira Pantera Cor-de-Rosa
Marcelly Abreu, rainha influencer da União Imperial, desfilou com uma fantasia especial da Pantera Cor-de-Rosa na madrugada deste domingo (23), na Passarela Dráuzio da Cruz, em Santos, no litoral de São Paulo.
O figurino dava a possibilidade de Marcelly abrir e fechar a máscara por meio de um botão escondido. Trata-se do mesmo mecanismo usado pela atriz Paolla Oliveira, que ‘virou onça’ como rainha de bateria da Grande Rio, em 2024.
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Para garantir a fantasia, o estilista Chris Jensen, que trabalha com Marcelly, entrou em contato com o ateliê responsável pela produção do figurino de Paolla. O profissional pediu a autorização para a utilização da obra, que foi concedida.
Paolla Oliveira, a ‘onça’ no Carnaval, inspirou apresentadora a virar Pantera Cor-de-Rosa na passarela do samba em Santos, SP
Reprodução/Instagram/Leonardo Bamboo e Matheus Croce/TV Tribuna
“O mecanismo da fantasia funciona através de um botão que acionamos em algum lugar escolhido para ficar escondido, o que faz com que a magia aconteça”, disse Marcelly. “No meu caso eu optei por colocar o botão na lateral da minha mão direita. Então assim que eu apertava o mecanismo acionava, descia e acendia a luz, e quando apertava novamente subia para meu rosto aparecer”.
Desfile
O desfile da União Imperial pelo Grupo Especial teve como enredo a sétima arte, ou seja, o cinema. Marcelly, que é apresentadora do programa ‘Splash’, da TV Tribuna, ficou emocionada com a performance da escola.
“Esse ano eu me preparei muito. Fiz aulas de samba. Fiz um protocolo com médico do esporte [para aguentar a avenida com resistência], além de treinos diários de musculação e os ensaios da escola. O que eu posso dizer é que valeu a pena cada minuto de dedicação”, afirmou.
Paolla Oliveira (à esq.) inspirou fantasia da apresentadora Marcelly Abreu (à dir.) na passarela do samba em Santos, SP
Reprodução/Instagram/Leonardo Bamboo e Matheus Croce/TV Tribuna
Marcelly definiu o desfile como um misto de emoções. “É essa adrenalina de realizar que me abastece! Estou muito feliz com o desfile da escola, com o impacto da minha fantasia na avenida e agora estou contando os minutos para comemorar o título com essa fantasia inesquecível”, pontuou.
Inspiração na atriz
Por fim, Marcelly afirmou acreditar que o carnaval santista está em uma crescente e, por isso, a inspiração no figurino de Paolla funcionou para elevar ainda mais o nível do desfile.
“A minha intenção imediata foi gerar entretenimento no desfile, trazer um elemento surpresa, e ao mesmo tempo, ‘subir o sarrafo’ do nosso carnaval, com uma fantasia impactante e midiática como essa”, complementou.
Paolla Oliveira (à esq.) inspirou fantasia da apresentadora Marcelly Abreu (à dir.) na passarela do samba em Santos, SP
Reprodução/Instagram/Leonardo Bamboo e Matheus Croce/TV Tribuna
Paolla Oliveira
No caso da atriz, a Grande Rio se baseou no mito tupinambá descrito no livro “Meu destino é ser onça” (Ed. Record), de Alberto Mussa. É um mosaico de histórias de nações indígenas brasileiras que conta sobre a formação do povo brasileiro.
Paolla representou a onça, que é um símbolo dessas narrativas míticas e representa as disputas pela identidade. Mais que o animal, é a ideia de “devoração” e “garra” que representa as lutas e a cultura do povo brasileiro, incluindo o carnaval.
“Transformadora, devoradora, do jeito que é o nosso enredo”, disse Paolla ao g1 à época. Ao explicar como controlou a máscara, ela brincou: “O controle é da onça. Você acha que a onça vai dar o controle para alguém?”. Apesar disso, logo depois revelou que o capacete era acionado por ela mesma.
No entanto, Paolla vai se despedir do posto de rainha de bateria este ano. Ela contou que vai deixar a posição para atuar e cuidar de questões pessoais. A atriz vai viver Heleninha Roitman, personagem icônica que, há 30 anos, foi interpretada por Renata Sorrah.
“Esse trabalho [a novela ‘Vale Tudo’] é muito importante e vai me demandar de uma maneira diferente […] e eu tenho uma questão familiar, uma questão delicada, uma questão que a gente não escolhe, de saúde […] vou cuidar dos meus também e acalmar o meu coração”, justificou a atriz sobre o motivo.
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O time campeão em 1972

O time campeão em 1972

1. Geraldo Brito, Administração; 2. Dr. Paulo Menezes, Serviço Médico; 3. Hélio Buani, diretor Industrial da Gráfica; 4. Vavá, Coordenação; 5. Melão,Melinho, Manutenção Industrial; 6. Juarez, convidado; 7. Érito, Chaveirinho, Paraguaio; 8. Manoel, goleiro, filho do Dr. Ary, dentista do Serviço Médico; 9. Sinézio, goleiro, Manutenção; 10. Eraldo, Impressão Tipográfica; 11. Eurípedes Maninho, Linotipo; 12. Ximenes, Fotolito; 13. César, convidado; 14. Luis Mendonça, mascote, filho do Luis do Trombone, porteiro da Gráfica; 15. Eduardo, Expedição; 16. Celino, convidado; 17. Dazinho, convidado; 18. Walmir, Administração; 19. Tião, Manutenção.

1. Geraldo Brito, Administração; 2. Dr. Paulo Menezes, Serviço Médico; 3. Hélio Buani, diretor Industrial da Gráfica; 4. Vavá, Coordenação; 5. Melão,Melinho, Manutenção Industrial; 6. Juarez, convidado; 7. Érito, Chaveirinho, Paraguaio; 8. Manoel, goleiro, filho do Dr. Ary, dentista do Serviço Médico; 9. Sinézio, goleiro, Manutenção; 10. Eraldo, Impressão Tipográfica; 11. Eurípedes Maninho, Linotipo; 12. Ximenes, Fotolito; 13. César, convidado; 14. Luis Mendonça, mascote, filho do Luis do Trombone, porteiro da Gráfica; 15. Eduardo, Expedição; 16. Celino, convidado; 17. Dazinho, convidado; 18. Walmir, Administração; 19. Tião, Manutenção.

Um passeio em Paquetá

Associação Atlética Senado Federal

Um passeio em Paquetá

Pelos idos dos anos 1950, os colegas do Senado, sócios da Associação Atlética Senado Federal – ô povo bom de se associar, esses funcionários do Senado – marcaram uma partida de futebol e passeio em Paquetá, ilha na baía de Guanabara. Quem nos faz o relato é Arnaldo Gomes, ex-diretor da Gráfica do Senado: “Foi o time dos funcionários do Senado, o mascote sou eu! à frente de meu pai João Aureliano (1). Reconheci o Velho Madruga (2), que era o presidente da associação, o Arnaldo da Contabilidade (6), o goleiro Darione (3), irmão do Nerione, Zezinho (4) de gorro, Diretor das Comissões e Luiz Monteiro (5) que também veio para Brasília e foi um inesquecível diretor Administrativo do Senado. A foto deve ser de 1950, quando os servidores do Senado foram jogar em Paquetá. Viajamos numa sexta, depois do expediente no Palácio Monroe e voltamos domingo à tarde para o Rio de Janeiro. Do resultado do jogo eu não lembro, mas foi uma diversão.”

Pelos idos dos anos 1950, os colegas do Senado, sócios da Associação Atlética Senado Federal – ô povo bom de se associar, esses funcionários do Senado – marcaram uma partida de futebol e passeio em Paquetá, ilha na baía de Guanabara. Quem nos faz o relato é Arnaldo Gomes, ex-diretor da Gráfica do Senado: “Foi o time dos funcionários do Senado, o mascote sou eu! à frente de meu pai João Aureliano (1). Reconheci o Velho Madruga (2), que era o presidente da associação, o Arnaldo da Contabilidade (6), o goleiro Darione (3), irmão do Nerione, Zezinho (4) de gorro, Diretor das Comissões e Luiz Monteiro (5) que também veio para Brasília e foi um inesquecível diretor Administrativo do Senado. A foto deve ser de 1950, quando os servidores do Senado foram jogar em Paquetá. Viajamos numa sexta, depois do expediente no Palácio Monroe e voltamos domingo à tarde para o Rio de Janeiro. Do resultado do jogo eu não lembro, mas foi uma diversão.”

Associação Atlética Serviço Gráfico

Associação Atlética Serviço Gráfico – AASG

Muito se fala do porquê do encerramento das atividades da associação do Serviço Gráfico. Há duas versões que explicariam o encerramento das atividades que levou, por consequência, ao fim do time de futebol.
Para Sinézio Justen da Silva, goleiro titular do time campeão de 1972, algumas regalias que eram dadas para os profissionais gráficos, atletas, criavam um certo mal- estar entre os servidores. “Por conta das partidas, os jogadores saíam antes de terminado o expediente para treinar e ainda havia a concentração que era feita nos hotéis do Setor Hoteleiro Norte, levando a que os outros colegas reclamassem do tratamento dado a quem atuava no time de futebol”, diz o mineiro de Juiz de Fora que havia chegado a Brasília pouco antes de passar a formar no time da Gráfica.
Há os que dão a explicação mais simples, dizendo que a Assefe passara a aceitar a filiação de servidores da Gráfica o que deixava com função menor a AASG o que poderia levar ao seu esvaziamento. Diante dessa possibilidade a associação foi extinta em 1973.

Muito se fala do porquê do encerramento das atividades da associação do Serviço Gráfico. Há duas versões que explicariam o encerramento das atividades que levou, por consequência, ao fim do time de futebol.
Para Sinézio Justen da Silva, goleiro titular do time campeão de 1972, algumas regalias que eram dadas para os profissionais gráficos, atletas, criavam um certo mal- estar entre os servidores. “Por conta das partidas, os jogadores saíam antes de terminado o expediente para treinar e ainda havia a concentração que era feita nos hotéis do Setor Hoteleiro Norte, levando a que os outros colegas reclamassem do tratamento dado a quem atuava no time de futebol”, diz o mineiro de Juiz de Fora que havia chegado a Brasília pouco antes de passar a formar no time da Gráfica.
Há os que dão a explicação mais simples, dizendo que a Assefe passara a aceitar a filiação de servidores da Gráfica o que deixava com função menor a AASG o que poderia levar ao seu esvaziamento. Diante dessa possibilidade a associação foi extinta em 1973.

Eraldo!

Eraldo!
Conheci Eraldo no início da década de 1990. Cearense, já não portava o corpo de um atleta de futebol da AASG que o técnico Rui Márcio colocava tanto no ataque – e era goleador – quanto na defesa. Sandália de couro, aquela que o nordestino incorpora como poucos ao uniforme do dia a dia, bom de conversa, ele me contava histórias de sua vida nos campos de futebol por Brasília. Se empolgava narrando suas atuações e me falando de nomes que se perderam na minha memória. Talvez minha memória não desse conta de que eu ouvia relatos que expressavam a cultura de um grupo profissional. Do tempo em que a impressão tipográfica tinha sua importância na Gráfica, Eraldo era exímio em sua função. Mas enquanto o braço da máquina subia e descia, ele tinha tempo para mostrar com o movimento de suas mãos o desenho de uma jogada.
Contava-me aos risos a atuação de seu irmão, lateral esquerdo, marcando Garrincha em um amistoso em Fortaleza. Irmãos, mãe, todos foram ao estádio assistir, mas o craque da família jogou só o primeiro tempo. Acabou substituído com o short rasgado pelo tanto de movimento que fazia na tentativa de marcar o 7 botafoguense. Ria solto lembrando dos gritos que dava para incentivar o irmão, “entra duro, não dê chance!”.
Um dia Eraldo pegou sua bolsa, recolheu seu jaleco azul de impressor e nunca mais nos vimos.
Deixou uma história de jogador, de impressor tipográfico, de bom colega.
Obrigado por todas as histórias.
Um abraço, Eraldo!
Conheci Eraldo no início da década de 1990. Cearense, já não portava o corpo de um atleta de futebol da AASG que o técnico Rui Márcio colocava tanto no ataque – e era goleador – quanto na defesa. Sandália de couro, aquela que o nordestino incorpora como poucos ao uniforme do dia a dia, bom de conversa, ele me contava histórias de sua vida nos campos de futebol por Brasília. Se empolgava narrando suas atuações e me falando de nomes que se perderam na minha memória. Talvez minha memória não desse conta de que eu ouvia relatos que expressavam a cultura de um grupo profissional. Do tempo em que a impressão tipográfica tinha sua importância na Gráfica, Eraldo era exímio em sua função. Mas enquanto o braço da máquina subia e descia, ele tinha tempo para mostrar com o movimento de suas mãos o desenho de uma jogada.
Contava-me aos risos a atuação de seu irmão, lateral esquerdo, marcando Garrincha em um amistoso em Fortaleza. Irmãos, mãe, todos foram ao estádio assistir, mas o craque da família jogou só o primeiro tempo. Acabou substituído com o short rasgado pelo tanto de movimento que fazia na tentativa de marcar o 7 botafoguense. Ria solto lembrando dos gritos que dava para incentivar o irmão, “entra duro, não dê chance!”.
Um dia Eraldo pegou sua bolsa, recolheu seu jaleco azul de impressor e nunca mais nos vimos.
Deixou uma história de jogador, de impressor tipográfico, de bom colega.
Obrigado por todas as histórias.
Um abraço, Eraldo!

Joberto Sant’ Anna

Presidente da Assefe